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Ponta Atlântida

Um aglomerado de pequenas baías, enseadas e falésias escondidas acolhe numerosos sectores de escalada com linhas de qualidade – principalmente de aventura, mas também existem algumas vias desportivas. A maioria dessas vias foi desenvolvida no final da década de 1990 e início de 2000 por um dedicado grupo de entusiastas. Menção especial vai para Paulo Roxo, que abriu mais de metade das vias existentes, ao lado de escaladores como João Dinis (que descobriu e abriu as primeiras vias neste setor), Ricardo Quintas, Victor Viana, Vasco Candeias, Yolanda Safont, Manuel Valério e Francisco Ataíde. Nos últimos anos, muitas mais vias foram estabelecidas por Nuno Pinheiro, Daniela Teixeira, Filipe Costa e Silva e João Gaspar. Outra menção especial é devida a Fernando Pereira, que desenvolveu várias novas vias e sectores, especialmente em torno da Biscaia e da Figueira do Guincho mais a sul.

Ponta Atlântida

COMO CHEGAR

Partindo de Cascais ou Sintra, seguir em direção ao Cabo da Roca pela estrada EN 247. Pouco antes de chegar à vila de Azóia, virar à esquerda para uma estrada com uma placa indicando "Café/Bar D. Quixote". Seguir por esta estrada e depois virar à esquerda novamente, passando por um antigo campo de futebol abandonado à direita. Em seguida, virar à esquerda e seguir as placas para a "Casa da Pirolita". Estacionar no amplo estacionamento perto da Casa da Pirolita. De lá, seguir o trilho que começa à direita do portão, ao longo do muro da propriedade. Continuar descendo até chegar a um promontório com uma bela vista e, então, seguir em frente. O trilho desce e leva-nos até o topo da baía.

APROXIMAÇÃO

A partir do estacionamento, pode-se caminhar facilmente até aos setores Boulder Azul, Tsunami e Blocos de Gulliver. Para chegar ao sector Ponta Atlântica, existem duas opções: descer uma rampa no lado sul da enseada ou fazer rapel pelo lado norte.

COMENTÁRIOS

Condição das ancoragens Boa, vias reequipadas por Paulo Roxo e Rui Rosado. Altura das vias 20 - 60 m aprox. Restrições 1 de janeiro a 14 de julho - máximo de 4 escaladores permitidos por setor; 15 de julho a 31 de dezembro - máximo de 10 escaladores permitidos por setor. Outros comentários Existem algumas outras vias dispersas localizadas ao norte e ao sul dos setores principais descritos abaixo. A / BOULDER AZUL Uma pequena parede extraprumada com várias linhas diagonais, principalmente fissuras perfeitas para entalamento de mãos (recomenda-se o uso de tape ou luvas) intercalados com seções a bloco. Está localizado acima do setor Tsunami. B / TSUNAMI Um pequeno setor situado bem próximo à água com uma boa base. Oferece ótimas linhas para praticar colocação de equipamentos, além de algumas vias mais exigentes, como Tsunami — uma espetacular fenda em teto. C / PLACA SUL Uma enorme laje escura com tectos e diedros no lado esquerdo e placa no direito. É ideal para introduzir novos escaladores à escalada tradicional e é um dos locais de escalada mais visitados do Cabo da Roca. D / PROA Esta parede de 25 m possui quatro vias fantásticas caracterizadas por grandes presas em terreno ligeiramente negativo. As presas tendem a estar sujas com grãos de granito soltos, por isso recomenda-se cautela. E / PAREDE DAS TORMENTAS Uma grande face rochosa que oferece vias de até três largos. O Trono do Diabo é a travessia mais popular, mas a linha de destaque é a Directa Yosemítica. O seu segundo largo apresenta uma incrível fissura de dedos extraprumada, seguida por um largo final em uma face vertical difícil com pequenas regletes. A via Variante Livre oferece uma linha alternativa que contorna a grande extraprumo central da parede — o último largo começa em um diedro exigente com presas numa face lisa que termina numa placa difícil de aderência. Estas vias, de nível internacional, teriam longas filas de espera em locais lendários como Yosemite ou Squamish. Pode fazer-se rapel do topo até a base usando as reuniões da Variante Livre (via 4): um único rapel com um par de cordas duplas de 60 m, ou dois rapéis se se usar uma corda simples de 70 m. F / GARGANTA SECA Acima do riacho, no topo da colina, cerca de 10 m acima da reunião final da Directa Yosemítica, encontram-se duas argolas para rapelar para dentro da Garganta Seca e assim aceder à base das vias. Para sair, a melhor opção é fazer rapel da reunião do L1 da Garganta Molhada até o chão e, em seguida, trepa pela rampa no lado sul da enseada. G / BLOCOS DE GULLIVER Um pequeno bloco que oferece algumas vias fáceis, mas muito agradáveis, com uma vista incrível para o sul em direção à Praia do Guincho.
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Sub Sector
Route Name
Grade
Quality
Style
Type
Rock Type
Opened by
Date
Bolt Conditions
Rebolted
1
Bola de Berlin
I have a need for speed
6a+
2
Traditional
Single
Granite
Rui Rosado
5/24/24
Good
Yes
2
Bola de Berlin
Great balls of fire
6c
2
Traditional
Single
Granite
Rui Rosado
5/24/24
Good
Yes
1
Boulder Azul
?
6b+
4
Sport
Single
Granite
Paulo Roxo
?
Good
Yes
2
Boulder Azul
Impólita
7b
4
Traditional
Single
Granite
Nuno Pinheiro
30/04/0214
No bolts
Yes
3
Boulder Azul
Boulder azul
7a
4
Traditional
Single
Granite
Nuno Pinheiro
10/5/13
No bolts
Yes
4
Boulder Azul
Casquinha
6c
4
Traditional
Single
Granite
Francisco Ataíde, Paulo Roxo
9/5/98
Good
Yes (Cosiroc RR)
5
Boulder Azul
Variante 6c
6c
4
Traditional
Single
Granite
Nuno Pinheiro
10/5/13
Good
Yes (Cosiroc RR)
6
Boulder Azul
Taró
7b+
4
Traditional
Single
Granite
Francisco Ataíde, Paulo Roxo
6/21/05
Good
Yes (Cosiroc RR)
7
Boulder Azul
Iniciação
III
2
Traditional
Single
Granite
Yolanda Sanfont, Paulo Roxo
11/1/98
Good
Yes (Cosiroc RR)
8
Boulder Azul
Humpty Dumpty
7a+
5
Traditional
Single
Granite
Rui Rosado
4/23/24
Good
No (316L)
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